Há perto de 100 mediadores de recuperação de empresas (MRE) inscritos nas listas do IAPMEI, mas até ao momento só foram nomeados 3 para ajudar nos processos do RERE apesar das entidades formadoras continuarem a ministrar e a formar novos profissionais e o IAPMAI continuar a aceitar novas inscrições e a cobrar a inscrição.
Porquê esta divergência? Interesses políticos e pressão do “lobby” da corporação dos administradores judiciais?
Se o Estado Português não tenciona dar condições para o desenvolvimento da atividade dos MRE, então exige-se que sejam suspensos os cursos e que não sejam aceites mais inscrições nas listas do IAPMEI… atualmente o Estado está a enganar as pessoas!
VERGARRO, verga mas não parte!